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sábado, 2 de setembro de 2017

Dançar prevenindo doenças como Alzheimer

Um novo estudo mostrou que dançar pode ajudar pessoas mais velhas a reverter sinais de envelhecimento no cérebro. A atividade também pode contribuir no tratamento e prevenção de Alzheimer.
Publicada no periódico Frontiers in Human Neuroscience, a pesquisa foi feita por cientistas do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas de Magdeburgo.
Ao todo, 26 idosos participaram da análise. Eles foram dividos em dois grupos: o de dança, com 14 participantes que tinham uma média de idade de 67 anos. E a turma que fazia exercícios de resistência e flexibilidade, com 12 pessoas, sendo que a idade média foi de 69 anos. 
Durante 18 meses, os idosos tiveram rotinas de atividades físicas. O resultado do estudo apontou que ambos grupos demonstrara melhora no funcionamento do hipocampo — região relacionada a doenças, como o Alzheimer, pois é 'sede' da memória e do equilíbrio do corpo humano. Entretanto, somente a turma de dança apresentou aumento significativo na melhora do equilíbrio. Para os pesquisadores, isso está relacionado aos movimentos dançantes.  
"Nós tentamos oferecer aos idosos do grupo de dança uma constante mudança na rotina com diferentes gêneros músicas (jazz, música latina e line dance)", disse em comunicado Kathrin Rehfeld, autora do diagnóstico."Passos, movimentos com os braços, formações, velocidade e ritmo eram trocados a cada duas semanas para mantê-los no processo de aprendizado", explicou. "O aspecto mais desafiador para eles foi lembrar das aulas sob pressão do tempo e sem nenhuma dica do instrutor." 
Com o estudo, a equipe agora quer desenvolver novos programas de exercícios para ajudar a prevenir o declínio de funções mentais provocados pelo envelhecimento

Fonte:
http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/dancar-pode-prevenir-envelhecimento-do-cerebro-e-alzheimer-diz-pesquisa.html

sábado, 4 de junho de 2016

Nódulo na tireoide

O que é?
Sinônimos: tumor na tireoide, adnoma da tireoide, carcinoma da tireóide, incidentaloma da tireoide
Um nódulo na tireoide é um aglomerado de células que se desenvolveu e cresceu na glândula tireoide. A Tireóide é uma glândula que está localizada na região anterior do pescoço, ao redor da traqueia. Apesar de seu tamanho médio ser de 15 ml (o que dá menos da metade de um copinho de café descartável) ela é responsável pela produção de 2 hormônios: a triiodotironina (T3) e a tetraiodotironina (T4).

Causas
Os nódulos da tireoide podem ter causas diversas. Eles podem ocorrer simplesmente por alterações da própria glândula como podem, também, ser tumores malignos ou benignos.
Nódulos na tireoide são agrupamentos de células na glândula tireoide. Esses agrupamentos podem ser cistos cheios de líquido ou nódulos sólidos – compostos por células da glândula tireoide.
Os médicos não sabem dizer exatamente por que esses nódulos aparecem. Sabe-se, porém, que algumas condições predispõem o surgimento dos nódulos. No caso específico do câncer, a exposição à radiação na base do pescoço durante a infância (em excesso de exames de raios-X, por exemplo ou radioterapia) podem ser causa da doença. Do mesmo modo, já se constatou que em lugares onde a exposição ambiental à radiação foi muito grande - como Hiroshima e Nagasaki (Japão) e Chernobil (Rússia) - a incidência de câncer da tireoide aumentou muito na população.
Entretanto, no que se refere aos nódulos, especificamente, não se conhece nenhuma causa que justifique seu aparecimento. Acredita-se, no entanto, que a Doença de Hashimoto – que é uma causa de hipotireoidismo – e deficiência de selênio na dieta possam estar envolvidos no surgimento de um nódulo na tireoide.

Fatores de risco
Alguns fatores de risco são enumerados para o surgimento de um nódulo na tireoide. Veja:
Idade - As chances de desenvolver nódulos na tireoide aumenta à medida que a pessoa envelhece.
Sexo - Pessoas do sexo feminino são mais propensas a desenvolver nódulos na tireoide do que pessoas do sexo masculino, mas o índice de câncer é maior entre eles do que nelas - 8% dos homens contra 4% das mulheres. Aproximadamente 90% dos nódulos na tireoide são benignos, portanto, não-cancerosos.

Sintomas de Nódulo na tireoide
A maioria dos nódulos na tireoide não provocam sintomas.
Nódulos grandes podem ser pressionados contra outras estruturas no pescoço, ocasionando sintomas como:
* Bócio ou glândula tireoide aumentada ou sensação de caroços no pescoço
* Rouquidão ou mudança de voz
* Dor no pescoço
* Problemas para respirar
* Problemas para engolir
Nódulos que produzem hormônios da tireoide provavelmente ocasionarão sintomas de hipertireoidismo, incluindo:
* Pele úmida
* Pulso rápido
* Apetite aumentado
* Nervosismo
* Agitação
* Vermelhidão ou rubor da pele
* Perda de peso
* Pele ressecada
* Inchaço facial
* Fadiga
* Perda de cabelo
* Intolerância ao frio
* Ganho de peso sem motivo

Buscando ajuda médica
Consulte um médico se você sentir ou observar um caroço no pescoço, ou se apresentar sintomas de um nódulo na tireoide.
Se você tiver sido exposto à radiação na área do rosto ou pescoço, consulte um especialista também. Um ultrassom da tireoide poderá ser feito em busca de nódulos.

Na consulta médica
Entre as especialidades que podem diagnosticar um nódulo na tireoide estão:
* Clínico Geral
* Endocrinologista
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
* Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
* Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
* Você notou a presença de caroços na região do pescoço?
* Você já foi diagnosticado com nódulo na tireoide anteriormente?
* Quando os sintomas surgiram?
* Qual a intensidade dos sintomas?
* Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas causados por nódulos na tireoide? E funcionou?
* Você sente dores na região do pescoço?

Diagnóstico de Nódulo na tireoide
A maioria dos nódulos da tireoide são encontrados durante um exame físico de rotina. Depois de um nódulo ser encontrado, o médico costuma realizar testes de laboratório para saber se o nódulo produz hormônio tireoidiano em excesso ("nódulo quente") ou se acontece o oposto ("nódulo frio"), ou seja, se o nódulo não produzir hormônios.

Se o médico detectar um nódulo ou se você tiver sintomas de um nódulo, os seguintes exames podem ser feitos:
Nível de TSH e outros exames de sangue associados à tireoide
Ultrassonografia da tireoide
Exame da tireoide
Biópsia por aspiração com agulha fina
 tratamento e cuidados
Tratamento de Nódulo na tireoide
O especialista poderá recomendar cirurgia para remoção de toda ou parte da glândula tireoide se o nódulo for:
* Suspeito de estar produzindo muito hormônio da tireoide
* Causador de sintomas, como problemas para engolir ou respirar
* Devido a um câncer da tireoide
* Não puder ser diagnosticado como câncer ou não.

Para nódulos não cancerígenos que não causam sintomas e não estão crescendo, o melhor tratamento pode ser:
* Acompanhamento cuidadoso com exame físico e ultrassom
* Uma biópsia da tireoide repetida a cada seis a 12 meses após o diagnóstico, especialmente se o nódulo tiver crescido
* Outro tratamento possível é a injeção de etanol (álcool) no nódulo para encolhê-lo.

Expectativas
Nódulos não cancerígenos não são potencialmente fatais e muitos não exigem tratamento. Exames de acompanhamento são suficientes para esse tipo de nódulo na tireoide.
A perspectiva do resultado para tratamento de câncer da tireoide depende única e exclusivamente do tipo de câncer.

Prevenção
Não há formas comprovadamente capazes de prevenir o surgimento de um nódulo na tireoide.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/nodulo-na-tireoide

sábado, 5 de março de 2016

Repelente natural

Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue. Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos. A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.
Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.
Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:
Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.
Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).
Uso com a Dengue Instalada (tratamento radical)
Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs. Crianças:
- de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.
Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.
​E a grávida, pode?
A princípio pode sim, mas ​verifique com seu médico.

​Fonte:
http://www.jornalorebate.com.br/site/leia-tambem/dengue/1920-biologo-explica-como-usar-propolis-contra-dengue

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Zika Vírus

O que é?
O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti e identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. O vírus Zika recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda.
Entre pessoas infectadas pelo vírus Zika (adultos e crianças), cerca de 80% não desenvolvem sintomas (manifestações clínicas), sejam adultos ou crianças. Dentre essas pessoas, apenas uma pequena parcela pode vir a desenvolver algum tipo de complicação, que deverá ser avaliada pelos médicos, uma vez que o Zika é uma doença nova e suas complicações ainda não foram descritas.
Sintomas
Entre pessoas infectadas pelo vírus Zika (adultos e crianças), cerca de 80% não desenvolvem sintomas (manifestações clínicas), sejam adultos ou crianças. Dentre essas pessoas, apenas uma pequena parcela pode vir a desenvolver algum tipo de complicação, que deverá ser avaliada pelos médicos, uma vez que o Zika é uma doença nova e suas complicações ainda não foram descritas.
Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito, como identificado no mês de novembro de 2015, pela primeira vez na história.
Observe o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus Zika e busque um serviço de saúde para atendimento, caso necessário.

Como é transmitida?
O principal modo de transmissão descrito do vírus é pela picada do Aedes aegypti. Outras possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliadas com mais profundidade, com base em estudos científicos. Não há evidências de transmissão do vírus Zika por meio do leite materno, assim como por urina, saliva e sêmen. Conforme estudos aplicados na Polinésia Francesa, não foi identificada a replicação do vírus em amostras do leite, assim como a doença não pode ser classificada como sexualmente transmissível. Também não há descrição de transmissão por saliva.
Os estudos sobre possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliados com mais profundidade. Essas análises devem vir acompanhadas de trabalhos científicos para que o Ministério da Saúde possa passar à população orientações seguras sobre a transmissão do vírus. O Ministério da Saúde vem acompanhando a situação do vírus Zika no mundo, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) e outros organismos internacionais.
Tratamento
Não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus Zika. Também não há vacina contra o vírus. O tratamento recomendado para os casos sintomáticos é baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados.
Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por outros flavivírus. Os casos suspeitos devem ser tratados como dengue, devido à sua maior frequência e gravidade conhecida.
Cuidados Gerais
Prevenção/Proteção
› Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas.
› Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
Atenção!
› Caso observe o aparecimento de manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, busque um serviço de saúde para atendimento.
› Não tome qualquer medicamento por conta própria.
› Procure orientação sobre planejamento reprodutivo e os métodos contraceptivos nas Unidades Básicas de Saúde.
Informação
› Utilize informações dos sites institucionais, como o do Ministério da Saúde e das Secretarias de Saúde.
› Se deseja engravidar: busque orientação com um profissional de saúde e tire todas as dúvidas para avaliar sua decisão.
› Se não deseja engravidar: busque métodos contraceptivos em uma Unidade Básica de Saúde.
Cuidados para as Gravidinhas
› Busque uma Unidade Básica de Saúde para iniciar o pré-natal assim que descobrir a gravidez e compareça às consultas regularmente.
› Vá às consultas às consultas uma vez por mês até a 28ª semana de gravidez; a cada quinze dias entre a 28ª e a 36ª semana; e semanalmente do início da 36ª semana até o nascimento do bebê.
› Tome todas as vacinas indicadas para gestantes.
› Em caso de febre ou dor, procure um serviço de saúde. Não tome qualquer medicamento por conta própria.
Informação
› Se tiver dúvida, fale com o seu médico ou com um profissional de saúde.
› Relate ao seu médico qualquer sintoma ou medicamento usado durante a gestação.
› Leve sempre consigo a Caderneta da Gestante, pois nela consta todo seu histórico de gestação.
Cuidados para os recém-nascidos
› Proteger o ambiente com telas em janelas e portas, e procurar manter o bebê com uso contínuo de roupas compridas – calças e blusas.
› Manter o bebê em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
› A amamentação é indicada até o 2º ano de vida ou mais, sendo exclusiva nos primeiros 6 meses de vida.
› Caso se observem manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, procurar um serviço de saúde.
› Não dar ao bebê qualquer medicamento por conta própria.
Informação
› Após o nascimento, o bebê será avaliado pelo profissional de saúde na maternidade. A medição da cabeça do bebê (perímetro cefálico) faz parte dessa avaliação.
› Além dos testes de Triagem Neonatal de Rotina (teste de orelhinha, teste do pezinho e teste do olhinho), poderão ser realizados outros exames.
› Leve seu bebê a uma Unidade Básica de Saúde para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento conforme o calendário de consulta de puericultura.
› Mantenha a vacinação em dia, de acordo com o calendário vacinal da Caderneta da Criança.
Ocorrendo microcefalia...
› Além do acompanhamento de rotina na Unidade Básica de Saúde, seu bebê precisa ser encaminhado para a estimulação precoce.
› Caso o bebê apresente alterações ou complicações (neurológicas, motoras ou respiratórias, entre outras), o acompanhamento por diferentes especialistas poderá ser necessário, a depender de cada caso.
Recontágio
Outros vírus parecidos com o Zika geram imunidade para a vida inteira. Quem já teve dengue pelo vírus 1, por exemplo, não voltará a ter pelo mesmo vírus. O mesmo acontece com a febre amarela. Porém, ainda não há estudos suficientes para afirmar isso em relação ao vírus Zika.
Obs: tenho uma amiga que já teve 2 ou 3 vezes (confirmado por médicos)

Fonte:

sábado, 7 de novembro de 2015

Vermes

Os sintomas de vermes surgem devido à ingestão dos ovos desses microrganismos, que estão presentes na terra, carnes cruas ou superfícies sujas, e que se desenvolvem no intestino, provocando sintomas de vermes intestinais, como:
Dor abdominal, inchaço ou excesso de gases;
Cansaço e fraqueza muscular;
Coceira no ânus ou na região íntima das mulheres;
Diarreia intercalada com prisão de ventre;
Presença de vermes no papel higiênico ou nas fezes.
Porém, em alguns casos, os ovos dos vermes podem se desenvolver antes de chegar ao intestino, provocando sintomas de vermes no estômago que incluem náuseas, vômitos, azia ou sensação de movimento no estômago.
Outros sintomas de vermes em adultos como perda de peso, falta de apetite ou fezes escuras podem surgir nos casos mais graves, quando a infestação de vermes dura por mais de 6 meses.

Sintomas no bebê e em crianças
Vômitos, diarreia ou cólicas;
Falta de vontade de brincar;
Barriga inchada, que não desaparece após massagem abdominal;
Coceira no ânus, especialmente à noite, dificultando o sono;
Presença de vermes na fralda, ânus ou fezes do bebê;
Pele amarelada;
Retardo no crescimento.
Os sintomas de vermes na infância surgem, principalmente, nos bebês com mais de 6 meses de idade, pois têm maior contato com o chão e a sujeira. Nestes casos é importante consultar o pediatra para iniciar o tratamento adequado.
Para observar a presença de vermes no ânus do bebê, os pais podem utilizar um pedaço de fita crepe colorida ou durex, especialmente durante a noite.

Prevenção
Para evitar a infestação com vermes são recomendados alguns cuidados como:
lavar frequentemente as mãos (especialmente após defecar ou antes de cozinhar);
manter as unhas aparadas;
cozinhar bem a carne;
lavar os legumes antes de utilizá-los. 

Tratamento


Deve-se consultar o clínico geral em caso de sintomas de vermes, uma vez que existem diversos tipos de vermes, como a solitária, a giardia ou o oxiúros, que devem ser tratados com remédios diferentes, como Albenazol ou Mebendazol, pelo menos 1 vez por ano.
O melhor tratamento para vermes é tomar um remédio para vermes que pode ser comprado em qualquer farmácia, mas o seu uso varia de acordo com o tipo de verme e, por isso, é necessária uma consulta médica antes de tomá-lo.
Os remédios para vermes, como Albendazol e Licor de cacau Xavier, devem ser tomados pelo menos 1 vez ao ano, ou de acordo com a recomendação do médico ou do farmacêutico. Os remédios para vermes, geralmente, são vendidos em dose única, sendo eficazes contra a maior parte dos vermes.
A presença de vermes no organismo é maléfica, pois eles podem aumentar de número e infestar órgãos importantes, inclusive o cérebro, onde provocariam alterações importantes no sistema nervoso central. Realizar um exame de fezes anualmente e tomar um remédio para vermes, anual ou semestralmente, de acordo com a ordem médica, pode ser uma boa estratégia para se proteger de complicações das verminoses.

Alguns exemplos de remédios para vermes são:
Albendazol;
Licor de cacau Xavier;
Mebendazol;
Zentel.

Alguns remédios naturais para vermes (complementares)são:
Sementes de abóbora;
Hortelã-pimenta com leite;
Chá de mamão com arruda;
Chá de rábano-silvestre.

Os remédios para vermes devem ser ingeridos com regularidade, especialmente por pessoas que mantêm contato com animais embora os indivíduos que possuem um maior risco de terem vermes intestinais são as crianças, idosos e os adultos que habitualmente comem fora de casa.
Vários tipos de vermes diferentes podem infestar as pessoas e sua detecção, em geral, se faz quando alguma doença derivada da parasitose se manifesta. Por isso, fazer um exame de fezes anualmente e tomar um anti-helmíntico pode ser uma boa estratégia para se proteger de complicações das verminoses.
O exame de fezes detecta, em geral, grande parte das verminoses. Identificando o parasita é possível tratar o problema de maneira mais específica.

Leite aromatizado com hortelã pimenta - é uma planta medicinal com ação vermifuga natural que mata e elimina os parasitas.
Ingredientes
4 talos e 10 folhas verdes de hortelã pimenta
300 ml de leite desnatado
1 colher de mel
Modo de preparo
Colocar o leite e a hortelã numa panela até ferver. Depois deixar a mistura esfriar e acrescentar o mel. O leite deve ser tomado morno 1 hora antes do café da manhã e o processo deve ser repetido 7 dias depois, totalizando 2 doses.

Mamão e arruda - a arruda é um potente vermifugo.
Ingredientes
1/2 colher das sementes de mamão
1 colher de folhas secas de arruda em uma panela
1 litro de água
Modo de preparo
Colocar os ingredientes numa panela e deixar ferver. Depois coar e beber morno, durante o dia.

Rábano-Silvestre
Ingredientes
1 litro de água
4 colheres (de chá) de folhas secas de rábano-silvestre
Modo de preparo
Ferver a água e acrescentar as 4 colheres (de chá) de folhas secas rábano-silvestre, deixar repousar por 5 minutos, coar e tomar de 2 a 3 xícaras por dia

Para evitar que os vermes é preciso ter cuidados básicos de higiene, não andando descalço, evitando o contato com águas poluídas e lavando muito bem todos os alimentos que não são cozidos antes de comer.

Fonte:
http://www.tuasaude.com/sintomas-de-vermes/
http://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-vermes/
http://www.tuasaude.com/remedios-para-vermes/

sábado, 2 de agosto de 2014

Coma peixe!

O peixe é um alimento muito nutritivo independentemente do tipo. "É rico em proteínas, iodo, fósforo, cálcio - possui quatro vezes mais este nutriente que os outros tipos de carne - vitaminas A, E, do complexo B e D", constata a nutróloga Valéria Goulart, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia. "Mas, sem dúvida, seu principal nutriente é o ômega 3". 
É o ômega 3, uma gordura poli-insaturada, que proporciona boa parte dos benefícios do peixe. Portanto, as espécies que tiverem maior quantidade deste lipídio serão as melhores para a sua saúde. Conheça sete tipos que são ricos em ômega 3 e como eles podem ajudar em diversos problemas, como evitar complicações cardíacas, combater o diabetes e até mesmo prevenir a depressão.
Arenque - Este peixe é de água fria e isto já o ajuda a ser mais nutritivo. "Como ele vive em um ambiente frio, tem tendência a acumular moléculas que são excelentes para a saúde, as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas", afirma a bióloga Lícia Maria Lundstedt da Embrapa Pesca e Agricultura.
Então, as concentrações de ômega 3 no arenque são altíssimas. "100 gramas do alimento possui 1,2 a 3,1 gramas do lipídio", diz a nutróloga Valéria Goulart, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia. Para se ter uma ideia, a quantidade diária recomendada do nutriente é cerca de um grama. Um dos principais benefícios do ômega 3 é o controle do colesterol, pois ele diminui os níveis do LDL, colesterol ruim que em excesso pode causar problemas para a saúde.

Sardinha - Esta espécie é riquíssima em vitamina D e também em ômega 3. "A sardinha possui de 1,5 a 2,5 gramas deste ácido graxo na porção de 100 gramas", conta Goulart. Não é apenas o peixe fresco que é saudável, a versão em lata também possui muitos nutrientes.
O ômega 3 presente no animal é importante para o coração. Existem dois tipos deste ácido graxo no peixe, o ácido eicosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA). "O primeiro diminui as atividades das plaquetas sanguíneas, evitando os coágulos de sangue que podem levar a um derrame ou infarto. Eles também reduzem os níveis dos triglicerídeos e o segundo ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração", explica Goulart.
Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas com mais de 65 anos que têm o hábito de comer peixes ricos em ômega 3 têm 35% menos chances de morrer por doenças cardiovasculares e 27% menos de morrer por qualquer causa durante o período da pesquisa. Outro estudo realizado pelo Centro para Programação Fetal no Statens Serum Institut de Copenhagen e publicado na revista da Associação Americana do Coração demonstrou que mulheres que nunca ou raramente ingeriram pescados demonstraram 50% mais problemas cardiovasculares do que aquelas que consumiam o alimento com frequência e 90% a mais em relação às mulheres que comiam peixes ricos em ômega 3 semanalmente.

Salmão - Este é outro alimento é rico em ômega 3. "Uma porção de 100 gramas de salmão possui entre 1 e 1,4 gramas do lipídio", conta Goulart. É importante deixar claro que tanto o salmão selvagem quanto o de cativeiro possuem o ômega 3. "A diferença é que o salmão da natureza come outros peixes e camarões que proporcionam esse ácido graxo para ele, enquanto o de cativeiro tem o nutriente incluído em sua ração. Assim, o salmão da natureza possui maior concentração de ômega 3 em relação ao ômega 6, enquanto o de cativeiro ocorre o contrário", explica Lundstedt.
O fato desse peixe possuir boas quantidades de ômega 3 é benéfico para o cérebro. Isto porque uma das funções desta gordura poli-insaturada é contribuir para a formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. "O cérebro é feito de cerca de 65% de gordura, sendo a maior parte composta por DHA, um tipo de ômega 3, substância fundamental para a formação do córtex cerebral, por isso devemos selecionar o tipo de gordura que ingerimos", explica Goulart.
O ômega 3 ainda tem um efeito vasodilatador aumentando o aporte de oxigênio e nutrientes no cérebro, o que pode melhorar a cognição. Uma pesquisa da Northumbria University, no Reino Unido, concluiu que consumir peixe semanalmente melhora a circulação cerebral e diminui o risco de demência ao envelhecer.
Ingerir salmão também contribui para prevenir a depressão. "Isto porque ele é rico não só em ômega 3 como também em vitamina D. Pessoas com depressão possuem baixos níveis do ácido graxo, entre outros nutrientes que podem ocasionar diminuição do número e funções de neurotransmissores e receptores, inflamações. A ingestão de ômega 3 melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumentam a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e autoestima", explica Goulart. Além disso, a falta de vitamina D está relacionada a maior probabilidade de depressão.

Atum - O atum é outro peixe que agrega a lista dos ricos em ômega 3. "100 gramas dele possui entre 0,5 e 1,6 gramas do nutriente", diz Goulart. Um dos benefícios deste ácido graxo está no fato de ele prevenir a degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção dos detalhes, que é a principal causa de cegueira em idosos.
Um estudo publicado na revista Ophtalmology e feito pela Universidade Tufts de Boston, nos Estados Unidos, atestou que o índice de degeneração macular é mais baixo entre pessoas que consomem peixes e ainda demonstra que o ômega 3 pode afetar o desenvolvimento ou progressão da degeneração macular. Os três mil voluntários da pesquisa que consumiram uma ou mais porções de peixe por semana tiveram probabilidade 60% inferior de apresentar o problema em estágio avançado.


Bacalhau - O bacalhau também faz parte do grupo de peixes ricos em ômega 3. "100 gramas deste alimento possui entre 0,2 a 0,3 gramas do ácido graxo", observa Goulart. Uma pesquisa da Universidade de Valencia, na Espanha, avaliou o consumo de carne e peixe em pessoas com idades entre 55 e 80 anos com alto risco cardiovascular e concluiu que ingerir peixe está ligado a diminuição da incidência de diabetes e concentração de glicose. A razão para isto é porque o ômega 3 melhora a sensibilidade do organismo à insulina.
Porém, é importante ficar atento para a presença de mercúrio nos peixes. "Trata-se de uma substância poluente muito tóxica que geralmente pode estar em peixes contaminados e o excesso ocasiona diminuição da imunidade, e até inflamação do pâncreas, o órgão que produz a insulina. Desta maneira poderia ocasionar diabetes", explica Goulart. Então, fique atento para a procedência do peixe que você ingere, mas saiba que os animais que acumulam mais mercúrio são o peixe-espada e os tubarões e os que menos possuem são o salmão e o bacalhau.



Linguado - O linguado é rico em ômega 3. "100 gramas do alimento possui entre 0,2 a 0,3 gramas do ácido graxo", constata Goulart. Outro benefício do ômega 3 é ter efeito anti-inflamatório e relaxar as vias áreas, reduzindo ocorrências de asma.
Uma pesquisa feita pelo Erasmus Medical Center e o Department of Human Nutrition, ambos da Holanda, concluiu que o consumo de peixe durante o primeiro ano de vida pode diminuir o risco de asma.





Pescadinha - Este peixe possui entre 0,2 a 0,3 gramas de ômega 3 na porção de 100 gramas, de acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Por ter uma ação anti-inflamatória, o ômega 3 pode ajudar a aliviar os sintomas da artrite reumatoide.
Um estudo feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no periódico Annals of the Rheumatic Diseases comprovou que consumir peixe frequentemente pode diminuir em até 52% o risco de artrite reumatoide.





Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16995-as-melhores-especies-de-peixes-para-a-sua-saude/7

sábado, 19 de julho de 2014

Limão congelado

Não é de hoje que o limão é um grande sucesso, o poder deste fruto para curar e prevenir doenças nos conhecemos, os nossos avós usavam largamente, e muitos destes conhecimentos adquiridos no passado nos dias atuais estão também em evidência. Mas confesso que ainda não tinha visto nada sobre usar o limão congelado. Se para você também é novidade, veja isso.
Há numerosos comentários relatando as curas e melhorias dos estados patológicos ao usar o limão:
A Cristiane – “No meu caso o limão foi um ótimo regulador intestinal, sofria de intestino preso, e tomando todo dia 02 limões em jejum, nunca mais tive esse problema, por isso já valeu!”
O Júnior Sousa (Biomédico) – “Realmente, consegui reduzir meu colesterol total e trigicerídeos com o limão, sempre gostei de colocar na comida, realizando exames de rotina percebi o Col. Total e Trigli. alterados e resolvi adotar o limão nas refeições e faz efeito mesmo”.
A Maria Franciele – “[...] o limão também é ótimo pra combater náuseas… Enjoava sempre durante e após o treino na academia, adotei alguns hábitos como dormir bem e tomar um copo de suco de limão antes e depois do treino, me ajudou bastante, não sinto mais enjoo”.
A adelaide – “Não costumo acreditar em tudo que leio. Porém, com relação ao limão devo concordar com os depoimentos acima, ou pelo menos aqueles no tocante a emagrecer. Foi a minha experiência. Com um pouco mais de um mês já tive comprovadamente perda de peso”.
Fiz questão de colocar alguns dos comentários do que já li a respeito, mas tem muito mais, para que fique claro que os benefícios do limão são comprovados pelas pessoas.
Mas como disse no início deste texto a novidade aqui é o uso do limão congelado, como fazer isso, quais os benefícios, qual as vantagens com relação ao uso do limão de forma tradicional?
Além destes, para quais patologias e vantagens em relação à medicação tradicional? Estas são perguntas que este texto (link compartilhado por Taci Dourado) esclarece. Acompanhe.
Muitos profissionais em restaurantes, além de nutricionistas estão usando ou consumindo o limão inteiro, em que nada é desperdiçado. Como você pode usar o limão inteiro sem desperdício?
Simples… Lave bem e coloque o limão na seção do freezer de sua geladeira. Uma vez que o limão esteja congelado, use seu ralador e o limão inteiro (sem necessidade de descascá-lo) e polvilhe-o em cima de seus alimentos.
Polvilhe-o em suas bebidas, vinho, saladas, sorvete, sopa, macarrão, molho de macarrão, arroz, sushi… Todos os alimentos inesperadamente terão um gosto maravilhoso, algo que você talvez nunca tenha provado antes.
Provavelmente, você achava que só o suco de limão teria vitamina C. Bem, saiba que as cascas do limão contêm vitaminas 5 a 10 vezes mais do que o suco de limão propriamente dito. E, sim, isso é o que você vem desperdiçando. Mas de agora em diante, por seguir esse procedimento simples de congelar o limão inteiro e salpicá-lo em cima de seus pratos, você pode consumir todos os nutrientes e obter ainda mais saúde.
As cascas do limão são rejuvenescedoras da saúde na erradicação de elementos tóxicos do corpo. ótimo!!! Os benefícios surpreendentes do limão! Limão (Citrus) é um produto milagroso para matar células cancerosas.
É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia. Por que não sabemos nada sobre isso? Seu sabor é agradável e não produz os efeitos horríveis da quimioterapia.
Como sabem, a árvore do limão é conhecida por suas variedades de limões e limas. Você pode comer as frutas de diferentes maneiras: a polpa, suco, preparando bebidas, sorvetes, bolos, etc… A ele é creditado muitas virtudes, mas o mais interessante é o efeito que produz sobre cistos e tumores. Essa planta é uma solução comprovada contra câncer de todos os tipos. Alguns dizem que é muito útil para todas as variantes do câncer.
Ele é considerado também como um espectro antimicrobiano contra infecções por bactérias e fungos, eficaz contra parasitas internas e vermes, que regula a pressão de sangue, quando muito alto, e um antidepressivo, combatendo o estresse e distúrbios nervosos.
A fonte desta informação é fascinante: ela vem de uma das maiores fabricantes de drogas no mundo, diz que, após mais de 20 testes desde 1970, os extratos revelaram que: destrói as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo cólon, mama, próstata, pulmão e pâncreas… Os compostos dessa árvore mostraram-se 10.000 vezes melhores do que o produto Adriamycin, uma droga normalmente utilizada como quimioterápico no mundo, retardando o crescimento das células cancerosas.
E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia com extrato de limão apenas destrói células de câncer maligno e não afeta as células saudáveis. Antes tarde do que nunca! Repassem aos seus amigos e conhecidos…
Este é o texto, observei vários distribuições internacionais e nacionais. Mas a verdade é que do limão só podemos esperar coisas boas, então aproveite.

Fonte: http://www.plugbr.net/limao-congelado-o-poder-deste-fruto-para-curar-e-prevenir-doencas/#ixzz33fYdwp2X

sábado, 12 de julho de 2014

Quem deve usar aspirina?

Usada a muitos anos, uma das indicações da aspirina é para prevenir ataques cardíacos e derrames, conhecida nas farmácias como ácido acetilsalicílico, mas ainda existe uma grande dúvida de quem exatamente deveria tomar uma aspirina diariamente. Um novo estudo envolvendo a Fundação Instituto do Coração de Minneapolis mostra que um teste simples para medir placas nas artérias do coração pode ajudar os médicos a determinar melhor quem vai se beneficiar do uso da terapia com aspirina para prevenir doenças cardíacas e quem não deve obter resultados consistentes.
O teste faz uma avaliação do cálcio das artérias coronárias (CAC) gerando uma pontuação, uma medida de placas nas artérias que alimentam o coração, isso pode ajudar a determinar se a pessoa é ou não um bom candidato para usar a aspirina.
É fato que em muitos ataques cardíacos e derrames que acontecem, as pessoas não pareciam ser de alto risco. Os indivíduos com DCV (doenças cardiovasculares) conhecidos, devem tomar uma aspirina por dia, mas para aqueles que não tem evidenciado DCV não é claro as formas de abordagem para uso do produto. E se comprovadamente oferecem proteção, então perdemos a oportunidade de usar e obter resultados, mas por outro lado se for ministrado o medicamento para todos teremos o problema que ele aumenta o risco de sangramento, e isso em casos de pessoas que nunca desenvolveriam DCV seria ruim.
Por essa razão, a American Heart Association (AHA) atualmente recomenda aspirina apenas para prevenir a doença cardiovascular (DCV) em pessoas que conheceram problemas neste sentido ou que são considerados de alto risco para um evento de DCV. A aspirina geralmente não é recomendada para pessoas que são consideradas como estando em risco baixo ou intermediário.
Os 4.229 participantes da pesquisa foram agrupados de acordo com sua pontuação CAC (avaliação do cálcio das artérias coronárias) e as taxas de ataques cardíacos em cada grupo foram calculados. Com base nessas taxas, a equipe de pesquisa pesou a probabilidade de um indivíduo para se beneficiar da terapia com aspirina (o potencial da aspirina para prevenir um ataque cardíaco) contra a possibilidade de dano (o potencial para a aspirina para causar hemorragia grave).
A pontuação CAC zero está associada a um baixo risco de ter um ataque cardíaco. Isso significa que os indivíduos com uma pontuação de zero não podem beneficiar de medicamentos preventivos, como a aspirina, bem como os medicamentos de estatina para baixar o colesterol.
Participantes com pontuação CAC elevadas (>100) tiveram 2-4 vezes mais probabilidade de se beneficiar de terapia com aspirina do que ser prejudicado, mesmo que não se classificou para o uso de aspirina de acordo com as diretrizes atuais da AHA.
Resultados abrangentes estão publicados aqui.

Fonte: http://www.plugbr.net/teste-para-determinar-quem-deve-usar-a-aspirina-para-prevenir-ataques-cardiacos-e-derrames/#ixzz33fWy6JwO